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Educação

Enem será realizado em janeiro e fevereiro de 2021

As provas em papel do Enem serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021; a digital será nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

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As provas em papel do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021. Já o Enem digital será nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. O anúncio das datas foi feito nesta quarta-feira (8) pelo MEC (Ministério da Educação)

A reaplicação do Enem será no dia 24 de fevereiro e 25 de fevereiro. E os resultados serão divulgados até o dia 29 de março de 2021.

O Enem ocorreria inicialmente em novembro deste ano, porém teve que ser adiado por causa da pandemia do novo coronavírus.

Uma enquete com os inscritos com possíveis datas para o Exame foi realizada. A maioria votou pela realização da prova em maio, mas o MEC ignorou essa posição. O argumento para não realizar o exame em maio, como queria os estudantes, é que isso atrasaria muito o calendário das universidades e também dos programas como ProUni e Fies.

O exame tem 180 questões e é aplicado em dois dias. Esta será a primeira edição com uma aplicação em computador para parte dos candidatos, em caráter de teste. Principal porta de entrada para o ensino superior público, o Enem recebeu neste ano 5,8 milhões de inscritos. s resultados também dão acesso a bolsas do ProUni (Programa Universidade Para Todos) e contratos do Fies (Financiamento Estudantil).

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Educação

O RECESSO ESCOLAR COMEÇOU, MAS O TRABALHO CONTINUA EM MAIRIPORÃ

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A Prefeitura de Mairiporã, por meio da Secretaria de Educação e Cultura, visando garantir o bem estar dos alunos, está realizando visitas técnicas de manutenção nas escolas da Rede Municipal da cidade. A intenção é identificar problemas na infraestrutura e corrigí-los o mais breve possível, preparando as escolas para o tão esperado retorno das aulas presenciais.

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Cidade

Márcia Bernardes, DME de Mairiporã é reeleita por unimidade presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo (Undime São Paulo)

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Na tarde desta quinta-feira, 29, Márcia Bernardes, atual Dirigente Municipal de Educação de Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, foi eleita, em assembleia remota, presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo (Undime São Paulo) para o biênio 2021/2022. Bernardes já ocupa o cargo desde o fim de 2019, quando o então presidente, Luiz Miguel Garcia, DME de Sud Mennucci, se afastou para assumir integralmente a gestão da Undime Nacional. Celso Fernando Iversen, DME de Porto Feliz-SP, é o novo vice-presidente.

O processo eleitoral, conduzido pelo assessor jurídico da seccional, Dr. Silvio Graboski, aconteceu remotamente, pelo ZOOM, e contou com a participação do presidente da Undime, Luiz Miguel Garcia, e de centenas de gestores educacionais paulistas que votaram favorável pela nova diretoria executiva, conselho fiscal, representantes para o Conselho Nacional e delegados. A cerimônia também teve a participação da equipe de trabalho e de parceiros da iniciativa privada.

“Como é de conhecimento de todos, Undime significa união. União, unidade, uno, único, de tornar um só… Todos nós, juntos, fazemos parte de um grupo que tem a finalidade de ser único, mas, ao mesmo tempo, plural e democrático. E isso nos faz forte a cada dia”, comentou a presidente reeleita.

Agora, o novo biênio da diretoria executiva também é composto por Marcelo Batista, vice-presidente das regionais do Interior (DME de Votuporanga-SP); Lélia Hartmann, vice-presidente das regionais da Grande São Paulo (DME de Francisco Morato-SP); Maria Thereza Cyrino, secretária de Coordenação Técnica (DME de Jacareí-SP); Angelita Ortolan, secretária de Articulação (DME de Cordeirópolis-SP); Denize Jacob, secretária de Finanças (DME de Brejo Alegre); André Luis de Francesco, secretário de Assuntos jurídicos (DME de Limeira-SP); e Silvana Souza, secretária de Comunicação (DME de Araçatuba-SP). A ASSEMBLEIA GERALAlém da eleição e posse, durante a cerimônia, a seccional fez a apresentação, prestação e aprovação de contas da última gestão (2019/2020) e a apresentação e deliberação do plano de trabalho.

Bernardes agradece a todos pela confiança e reforça o compromisso em continuar lutando pela educação pública das cidades de São Paulo. “Apenas a nossa união fará com que ultrapassemos esses momentos difíceis”.

Sobre

Profa. Márcia Aparecida Bernardes

Márcia Bernardes, Dirigente Municipal de Educação de Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, é formada em Letras e Pedagogia. Possui especialização em Psicopedagogia, Supervisão Escolar, Gestão na Educação Infantil e especialização em Alfabetização.

Foi Dirigente Municipal de Educação do município de Atibaia-SP por 8 anos (2013/2020), onde é diretora de escola efetiva. Já atuou e atua em diversas frentes e grupos de trabalho relacionados às políticas públicas educacionais, regime de colaboração, financiamento da educação, ensino híbrido, formação de professores e educação infantil no Estado de São Paulo e na esfera federal.

Já foi vice-presidente Regionais/Interior da Undime São Paulo e, também, Vice-Presidente da instituição. É professora universitária da UniFAAT Centro Universitário e professora da pós-graduação (lato sensu) do Instituto Casagrande.

Redes sociais:

Facebook Márcia Bernardes: https://www.facebook.com/marciabernardeseducacao

Instagram Márcia Bernardes: https://www.instagram.com/mbernardes36/

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Brasil

Estudantes iniciam as provas do Enem em todo o Brasil

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Muitos estudantes chegaram cedo, para evitar aglomerações

Por Vinicius Lisboa e Fernanda Cruz – Repórteres da AB

Estudantes de todo o Brasil fazem hoje (24) as provas de matemática e de ciências da natureza do Exame Nacional do Ensino Médio, com 45 questões cada. Os estudantes terão cinco horas para resolver as questões. Os portões abriram às 11h30, as provas começam às 13h30 e terminam às 18h30. No campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), um dos maiores locais de aplicação de prova na capital, a movimentação de candidatos começou antes mesmo de o acesso à sala de prova ser liberado.

Portões são fechados às 13h para o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ).

Enquanto alguns candidatos iam direto para a sala, outros preferiram esperar em um espaço aberto na entrada da universidade, onde seguranças abordavam as pessoas para que elas cobrissem o nariz e a boca com a máscara. 

Estudantes chegam para o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ).

Movimentos estudantis contrários à realização do Enem em meio à pandemia levaram faixas pedindo um “um Enem justo” e classificando o exame como “excludente”. 

Em busca de uma vaga no curso de medicina, Rodrigo Cunha, 20 anos, chegou cedo à Uerj para evitar o transporte público lotado. O morador do Complexo da Maré conta que está em sua terceira tentativa e que, neste ano, se sente mais preparado por ter cursado um pré-vestibular comunitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde sonha estudar.

O estudante Rodrigo da Cunha Rodrigues fala sobre sua preparação para o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ).

“Me deu muito mais força e vontade de estudar”, afirma ele, que, apesar disso, achou mais complicado se preparar somente com aulas remotas. “As aulas online foram muito difíceis. Tem sempre uma pessoa pra te distrair, alguém te chamando e até mesmo a preguiça”.

No primeiro dia do exame, Rodrigo conta que se sentiu preocupado com a possibilidade de encontrar uma sala lotada, o que não ocorreu, segundo o estudante, porque mais da metade dos candidatos em sua sala faltou. Rodrigo considera que chegou mais tranquilo para o segundo dia da prova. “Espero que dê tudo certo”. 

Interessada em uma vaga no curso de nutrição, Sara Almeida afirmou que se sente preparada e confiante para a prova, depois de ter feito com tranquilidade o primeiro dia do exame. 

“Pra mim foi fácil, porque estudei e tive oportunidade de me preparar, mas nem pra todos foi fácil”, pondera a estudante, que está em seu segundo Enem e trocou o pré-vestibular por uma plataforma paga de aulas online.

Sobre a prevenção à covid-19, a moradora de Benfica afirma que chegou preocupada no primeiro dia do exame, mas se acalmou na hora da prova. “Eu me senti insegura, mas trouxe meu álcool gel dentro da bolsa e foi tranquilo”.

Estudantes chegam para o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ).

Também em seu segundo Enem, Suelen Carvalho, de 22 anos, foi uma das primeiras a chegar à Uerj para evitar aglomerações no transporte público. No primeiro dia, ela conta que a volta da prova coincidiu com o fim do expediente de trabalhadores e lotou o transporte para o Complexo da Maré, onde mora.

“Considerando o contexto de pandemia, espero pelo menos não pegar o corona”, afirma Suelen, que pretende cursar biologia. Apesar da preocupação, a estudante conta que foi fazer a prova porque teme não conseguir isenção novamente no ano que vem se faltar ao exame. 

Para Samuel da Silva, de 19 anos, o Enem deste ano vai servir como um teste, porque ele pretende se preparar melhor no ano que vem para tentar uma vaga em psicologia. 

O estudante Samuel da Silva fala sobre sua preparação para o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ).

“Estava esperando passar esse tempo de pandemia para ter aula presencial, porque muita gente não consegue aprender assim. Fui tentando estudar sozinho em casa e vim tentar fazer pra ver se consigo alguma coisa”. 

O candidato saiu de Benfica de ônibus e conta que, apesar do medo de contrair a covid-19, se sentiu tranquilo para realizar a prova no primeiro dia do Enem. “Quando cheguei na sala não pensei nisso. Só pensei em fazer a prova e sair”.

São Paulo

O segundo dia de provas do Enem em São Paulo teve movimentação tranquila na unidade da Universidade Paulista (Unip) do Paraíso, zona sul. Antes da prova, a ansiedade tomou conta de alguns estudantes. Gabriela de Barros, 19 anos, candidata ao curso de psicologia, relata que a pandemia é o que mais assunta. “Eu fico bem nervosa com essa tensão de prova, nunca me dei muito bem. Mas eu procuro me acalmar. O que mais me deixa tensa é a pandemia, é ficar numa sala fechada com muita gente que eu nem sei se respeitou a quarentena. Hoje, até que está vazio. No primeiro dia, tinha muito mais gente”. Estudante de escola particular, ela considerou estar bem preparada para a avaliação.

Já a operadora de caixa de mercado Sabrina Pereira da Silva, 23 anos, formou-se em escola pública e precisou estudar sozinha com conteúdos gratuitos pela internet. “O mercado suga meu tempo todo. Estou com mais medo da prova. Em relação à pandemia, convivo com ela todo dia. Fazer o quê? Desde o comecinho, o mercado não parou”, conta.

Aos 47 anos de idade, Rosimeire Souza de Carvalho, pretende cursar pedagogia. No primeiro dia de prova, ela notou grande abstenção entre os estudantes. “O espaço estava bem distante entre um [candidato] e outro, tudo direitinho. Tinham poucos alunos. Estou bem tranquila”, diz.

Leonardo Anastácio Eduardo, 19 anos, pretende cursar ciências sociais, letras ou filosofia. Com mais afinidade para a área de humanas, o estudante admitiu temer a prova de matemática. “Vai ser no chute”, brinca. Ele também precisou manter a disciplina para estudar sozinho em casa durante a pandemia. “Foi complicado, porque não tem aquela rotina do curso presencial. Fiz cursinho digital, mas estudei mais por conta própria mesmo. Achei bem difícil manter a rotina”.

Brasília

No Distrito Federal (DF), 113.177 candidatos estão inscritos para fazer a versão impressa do Enem. Acompanhamos a entrada dos candidatos no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF). Todos os estudantes usavam máscaras. Sob um sol intenso, o fluxo de pessoas não gerou aglomerações. Após atravessar o portão, a maioria optou por ir direto para as salas de aula.

Estudantes de todo Brasil, fazem o segundo dia de prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio

Em seu primeiro Enem, o estudante Eric Torres do Amaral, 18 anos, diz que, apesar de não ter estudado tudo o que deveria, está com as melhores expectativas para o segundo dia de provas. Eric, que tenta uma vaga no curso de publicidade, garante ter gostado do primeiro dia de exame, especialmente da redação, mas observa que, no seu caso, a rotina de estudos foi afetada negativamente pela pandemia. “Esse período de pandemia mudou tudo no processo de estudo. No EaD [ensino à distância], você não consegue estudar tanto quanto você estuda no presencial. Então, você fica mais disperso”, conta.

Veterana no Enem, a candidata Ana Luiza Pelegrinelli, 32, anos decidiu fazer o exame por ter como objetivo um segundo curso de nível superior. Formada em odontologia, ela agora disputa uma vaga no curso de medicina. Ana Luiza diz que retomou a rotina de estudos em 2018. Ela afirma ainda estar com expectativas positivas para as provas de hoje. Para a candidata, a prova da semana passada transcorreu de maneira tranquila. “Não tive nenhum problema com ninguém que não estivesse de máscara ou cumprindo as restrições. A prova também foi bem desenvolvida. Achei bacana”.

Ela também diz que não notou mudanças significativas em relação a edições anteriores, mas que se sentiu um apreensiva em razão da pandemia. “Acho que a gente está muito apreensivo na hora de chegar, com relação a quantidade de pessoas, se está todo mundo respeitando o distanciamento”, relata. “O que eu achei preocupante dentro da sala é que as filas estão dentro da mesma distância de sempre. Estou próxima da fila da pessoas da frente e o meu distanciamento das outras pessoas é o mesmo de antes. Não é o distanciamento ideal que é preconizado”, acrescenta.

Quem também estava otimista com o segundo dia de provas é o estudante Matheus Alves Cunha, 20 anos. Em sua segunda tentativa de vaga para o curso de direito, Matheus diz também não ter notado muita diferença em relação a edição anterior do Enem. O candidato afirma ter gostado do primeiro dia de provas e da redação. A estratégia para o segundo dia, segundo ele, é manter o foco. “Essa é a segunda vez que eu faço Enem. Não notei muita diferença em relação à edição anterior. Só o momento que a gente vive, que tem que usar máscara. Na sala havia distanciamento, janelas abertas”, diz. “Com essa pandemia, não foi fácil manter a concentração. Tem que usar máscara, há o medo de pegar o coronavírus, tem que trazer o álcool também. Então, tudo isso influencia um pouco”, acrescenta. Agora vamos focar para tentar uma boa nota hoje”.

Matéria atualizada às 15h03 para acréscimo de informação.

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